quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Maybe...

Esperei.


Sentei.

Suspirei.

Chorei...


Talvez eu tenha esperado até demais, ou eu, infelizmente, a tenha feito esperar...


Talvez ela me chame para estar perto dela outra vez, de tamanha tolice a minha por estar tão longe por tanto tempo...


Pensei que talvez estivesse feliz por desconsiderar o amor por um tempo, mas agora é só no que consigo pensar.


Sem "mas" ou "contudo"... Estou certo que quero ser, sinceramente, seu... Para quem sabe, um dia, ouvir um "sim", não um "talvez".

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A Heart To Call My Own

Dor e sofrimento...
Causas da ausência de um coração para amar...

Embora afirmem que o sentimento não vem do coração, minha dor é muito forte para ligar para qualquer outra coisa...
Podendo cada vez mais e mais ficar preso em pensamentos: vale a pena lutar?


Se existe a possibilidade de ignorar a ciência e valorizar o sentimento, a dor e o sofrimento podem ser ignorados da mesma maneira.
Acreditando que "uma alma pode me completar"...
Esse é o único desejo que quero realizar.

Vale a pena lutar?

Sempre

sábado, 30 de outubro de 2010

Monochromatic Blur

E ali estava ele, preso em pensamentos, sem jamais ter um lar verdadeiro, pelo menos em sua cabeça...
Sua mente havia lhe pregado várias peças, agora tudo o que via não passava de um borrão preto e branco.
Pensara que tudo o que tocava era destruído: seus ideais, sua visão, suas paixões, sua vida...

Era hora de terminar com isso.

O cabo da pistola era gelado, podia sentir pelo bolso de sua calça, ainda mais gelada que a brisa da sacada do seu apartamento. Estava ali a horas, o tempo já não importava mais, pois o sol já podia ser visto por entre os prédios; fraco, assim como ele.


O celular toca. Não se lembrava de o ter deixado ligado. Riu de sua falta de atenção e o atendeu para sua última ligação.
A voz da outra linha parecia desesperada, ela queria mudar a cabeça dele. Mas já não a escutava mais.
Ela pediu: Abre a porta, eu imploro.

Relutante, abriu a porta e a viu aos prantos. Sem aviso, ela o abraçou forte e sussurrou algo no seu ouvido. Ainda abraçado a ela, ele começa a chorar também.
Ficaram assim por um longo tempo, assim percebeu que nada mais importava.

O tempo havia parado para observar os amigos.

Assim sorriram, pois percebeu que a tinha ao seu lado desde sempre, podendo rever tanto a cor da sua vida, quanto as do seu coração.


PS.: Esse texto é dedicado a minha eterna amiga Alina. Por sempre me fazer ver a luz, quando eu vejo apenas escuridão.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Sonhos

Eu tive um sonho com minha esposa.

Nele, seu vestido era esmeralda que combinava extraordinariamente com seus olhos.
Vários significados poderiam ser retirados daquele sorriso:
Amor, ternura, saudade, temor...

Nele, havíamos nos encontrado mais uma vez:
Uma última chance...
Outra vez, ela sorriu,
Um sorriso de “vai dar tudo certo”.
Então...

Se foi...

Eu tive um sonho com minha esposa.
Ela estava morta, mas estava tudo bem.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Cidade Natal

Falando de almas torturadas
De tão ultrajante que era seu conto
Podendo perder tudo o que tinha
Mas se recusando a desistir
Para a cidade que toma tudo
Para sobreviver é preciso ter vontade
Esse filme não termina da maneira que queremos
E toda hora ele grita para a lua:
Ela se foi
Então o medo lhe toma conta
Andando por quilômetros, ele andava sozinho
Agora é...
Tarde demais

Tarde demais para ele...
Essa cidade lhe tomando a vida de tempos em tempos

Tarde demais
Essa cidade irá lhe matar

Ela e ele irão saber
Ao deixar um dia
Para todas as coisas terminarem
Naquela noite nebulosa
Os mortos procuram suas origens
Enquanto os anjos dormem no tempo
Os mortos procuram por pecados

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Escape from madness

E então, o mundo ao seu redor entrou em colapso...
Nada pelo que já passou pela sua vida o prepararia para aquilo...

Logo se viu sozinho em uma sala que antes era cheia.
Sem olhar para trás, Correu...

A partir daquele momento sua vida recomeçaria.

Então pulou...
Atravessou o vidro como se fosse um véu prateado...
Tudo para escapar da loucura...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Throwing the rules out of the window

Jogando as regras pela janela,
os principios vão por ali também.
Sem regras o caos se instala...

Mas logo, a ordem reina.
Porque o caos não vive sem a ordem,
simples asssim.
A união e conceitualização dos oposto:
Alfa e ômega, nada e vazio, ying e yang, etc...

Sem dor, não há ganho.

Sem ganho não há principios...

Sem principios...

Não há regras para serem desprezadas...

Um leve, pórem mortal, círculo vicioso.